Diego Alves fala sobre sua relação com o Flamengo antes da final da Libertadores

A poucos dias da final da Libertadores, o goleiro Diego Alves foi o personagem da vez no site ”The Players’ Tribune”. Em carta endereçada à torcida do Flamengo e publicada nesta quinta-feira, o camisa 1 rubro-negro falou sobre sua história no futebol e a relação com o clube que defende desde 2017.

Em certo momento, Diego revelou sua estratégia para se destacar como pegador de pênaltis: manter a tranquilidade e jogar a responsabilidade para o cobrador. Definiu como uma ”batalha psicológica”. E usou a expressão para introduzir as dificuldades que enfrentou do início da carreira até a decisão do próximo sábado, em Lima, contra o River Plate.

– Na minha vida, já tive várias batalhas psicológicas comigo mesmo, especialmente na minha infância. No pênalti, o cobrador pode tomar a decisão que quiser, mas quando estou no gol, eu me concentro, lembro de quem eu sou e do que eu passei. Do pai do garoto rindo de mim. Da influência do Taffarel e do Zetti. Do meu próprio pai que me apoiava sem me pressionar. Tudo isso moldou a minha personalidade e hoje em dia me dá a tranquilidade necessária para defender o maior time do mundo.

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”Sim, você leu certo, o Flamengo é o maior time do mundo. E só quem já entrou no Maracanã lotado em dia de jogo decisivo pela Libertadores ou pelo Campeonato Brasileiro sabe do que estou falando. Irmão, a atmosfera é diferente”.
Se hoje vive seu melhor momento no Flamengo, Diego Alves quase deixou o clube no fim de 2018. Após um desentendimento com o então técnico Dorival Júnior, o goleiro perdeu a posição para César. Segundo Diego, ”pessoas com outros interesses quiserem prejudicá-lo”.

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